Grafite no corpo feminino
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| Imagem do blog Shriiimp |
A globalização do grafite fez com que sua linguagem fosse
incorporada em diferentes formatos de comunicação. Assim, o grafite hoje
convive de perto com a evolução tecnológica e midiática. Como afirma Ricardo
Campos, estudioso do tema, “daí que o grafite possa ser tido como uma gramática
mutante e permeável, alimentando-se de outros domínios comunicantes como a
publicidade, as artes plásticas, a fotografia, o cinema, os cartoons etc.” o que faz com que
percebamos a sua presença não só nos muros da cidade, suporte óbvio, mas
criativamente presente em inusitados suportes, como é o caso de sua presença em
corpos femininos.
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O belo projeto “Graffiti on Girls”,
do grafiteiro Vince Pawns que recentemente virou livro, não me parece novidade,
porque aqui no Brasil, vários grafiteiros postam nas redes sociais seus
trabalhos de body art envolvendo o grafite em corpos femininos. Acredito que
esse é mais um exemplo de que o grafite seja uma linguagem transgressora, na
qual a criatividade é o limite.
Confira algumas imagens em seu blog: http://www.shriiimp.com/en/


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