Graffiti soteropolitano no Mosaico
No dia 19 de setembro, o
programa Mosaico Baiano produziu uma breve matéria sobre o graffiti
soteropolitano. Na ocasião, a repórter Renata Menezes conversou com o
grafiteiro Tárcio V, Lee27 e com as grafiteiras Mônica, pioneira no graffiti
soteropolitano, e Chermie, outra grafiteira com grande atuação na cidade.
A matéria que se mostra
interessante, na medida em que abre espaço para vozes femininas revela, também,
algumas questões para além do muro. Ao apresentar o trabalho artístico de
Tárcio V, ilustra-se uma concepção alegórica de graffiti, muito diferente, por
exemplo, da tradição nova-iorquina. Além dessas intervenções que se ligam mais
a arte contemporânea, a repórter dialoga com as grafiteiras Chermie e Mônica.
Ambas utilizam o graffiti como uma espécie de grito de empoderamento feminino.
A crew da qual Mônica faz parte, a TFC - Toque Feminino Crew, por exemplo,
revela a necessidade desse toque feminino nos espaços urbanos, ainda
predominantemente ocupado pelos homens.
O último a conversar com Renata
Menezes é um dos primeiros grafiteiros da cidade, o grafiteiro Lee27. Ele afirma que o bairro de
Castelo Branco é reconhecido como o "bairro do graffiti", por ser
repleto de intervenções urbanas. Além disso, o bairro agrega os mais antigos grafiteiros
e novos, como Tárcio V que se reconhece como parte da 2ª geração do bairro.
Aperte o play e confira a matéria!
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