quinta-feira, março 31, 2016

Coletivo Vai e Faz


No início de 2015, tive a oportunidade de contribuir como apoiador na primeira edição do Graffiti Festival Bahia de Todas as Cores - BTC. Na ocasião, fui contactado pelos grafiteiros responsáveis e atuantes no Coletivo Vai e Faz. Especificamente, pela grafiteira Chermie, que me encontrou por acaso no bairro da Liberdade. Naquele momento, minha atuação como apoiador se deu por conta de ser eu um dos administradores da página Rua Salvador, plataforma que busca divulgar o grafite soteropolitano. A partir daquele momento, pude conhecer um pouco o que era o BTC, evento que já estava em sua vias de conclusão e pronto para ser executado no mês de março daquele ano. Com meu envolvimento e meu interesse em participar e observar de perto a cena do grafite em Salvador, acabei cada vez mais envolvido com o Coletivo. Quando me dei conta, já era mais um membro do Coletivo Vai e Faz, o que me agradou sobremaneira. No ano de 2016, ao realizarmos a segunda edição do BTC no município de Madre de Deus, pude ter uma grande experiência de campo, trabalhar desde a pré-produção até o encerramento do evento me rendeu muitos dados de pesquisa, permitiu-me ampliar minha visão sobre como anda a dinâmica dos grafiteiros e grafiteiras mais ativos no que diz respeito à políticas públicas, emancipação feminina e direito à cidade.

Então, agora, posso reproduzir aqui com entusiasmo o texto e a foto veiculada na página Bahia de Todas as Cores:

A Equipe BTC agradece o empenho de todos que somaram no Festival. Ano que vem tem mais!


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