Cap, aqui chamado de Pito. E qual a relevância desse item?
Sábado passado, dia 01 de junho, fui ao MUSAS (Museus de Street Art Salvador), localizado na comunidade do Solar do Unhão, acima do MAM-BA (Museu de Arte Moderna da Bahia). O meu objetivo naquele dia foi participar de mais um evento alto astral organizado pela Crew Nova10Ordem – O “Cegonha Desordeira”, que teve por finalidade arrecadar fraldas para uma mãe recente da comunidade.
Bem, acredito que o título desta postagem nada tem a ver com o início deste texto. Mas foi justamente neste evento, revendo belos grafites que embelezam a comunidade e tomando em mãos um foyer da SIGMA 80,
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| Imagem retirada da Fan page Sigma80 Cans Σ80 Brasil |
- Como os caras conseguem traços tão finos?
- Como conseguem aqueles efeitos?
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| Imagem da internet. |
No início da minha relação com as expressões urbanas grafite/ pichação, não conhecia sequer a variação de latas especializadas, dos vários tipos de pitos disponíveis para execução de traços diferenciados. Eu realmente não tive acesso a informações que tenho agora. Também, acredito que esse défice de informação se deu justamente porque aqui em Salvador, não existia (ao menos ao meu alcance) a riqueza de material disponível agora, principalmente na Mil Muros, loja especializada em produtos para os grafiteiros e artistas visuais de um modo geral.
Outro dia no Mutirão que aconteceu no Garcia, vi o grafiteiro Eder Muniz em ação, percebi que o pito de sua lata estava envolto a um saco plástico, a tal personalização que comentei acima. É justamente adaptações como essa que permitem ao sujeito desenvolver novos efeitos, novos traços. Hoje tenho consciência de que existe uma grande variedade de pitos, mas que também, muitos artistas interveem neste item importante para execução de trabalhos singulares.
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| Imagem da internet. |



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